Mãe é mãe, dizem alguns.
Mamãe é trevas total. Como boa japonesa tradiça (será mesmo?) é pão dura. Tipo, muito. E infelizmente não sabe o significado do “barato que sai caro”. Ela tem que comprar sempre o mais barato, o mais vagabundo, o mais fudido, o de pior gosto.
Quando o produto não é perecível, beleza. Papel higiênico não precisa ser do bom, tipo, o perfumado. A não ser que você esteja passando por dificuldades e faça muita questão.
Agora sorvete da loja de 1 real (o creme do napolitano é amarelo-milho), queijo ralado “compre bem”, refrigerante “conquista” (o de uva é de foder) entre outras atrocidades, não dá bicho.
Bom seria se a prática se resumisse apenas às compras de supermercado. Mas não. Contextualizo a seguir.